As horas destorcidas e as badaladas desconexas não param,
Milhares de bocas me aparecem e borboletas saem de dentro delas,
Uma brisa com cheiro de terra molhada acaricia meu rosto enquanto eu fecho meus olhos.
Abro os meus olhos e a areia tomou conta de tudo,
as bocas permanecem lá, porém agora morcegos com olhos sangrentos voam na minha direção.
O cheiro de podridão me asfixia.
Um buraco à minha frente eu entro para me esconder um pedaço irregular de concreto frio está lá dentro e ao reparar bem vejo.
" Para aquele que nunca soube a hora de parar. Vinícius Gustavo de Oliveira".
Nenhum comentário:
Postar um comentário