Era uma menina mulher, que possui lindos cabelos coloridos, um dia eram azuis, no outro castanhos, no outro pretos, etc..., as cores variadas demonstram seus sentimentos desde o luto até a sua sensualidade, dos seus lábios suaves sorrisos contagiam o ambiente e seus olhos - Meu Deus seus olhos - tão superfíciais e profundos ao mesmo tempo, pessoas se aventuraram na superficie rasa deles, todavia posteriormente afundaram.
Sua pele branca reflete a luz e ilumina o ambiente.
Ao me sentar diante dela pude rever o meu coração inchado e endurecido, o meu sorriso opaco que soluçava risadas. Com a sua presença ela me roubou.
Minhas risadas se misturavam com as suas lágrimas e aos poucos eu percebia que meu coração pulsava, mas sem aquelas explosões e apertos contínuos. Meu coração pulsa, como uma pedra, mas não mutila mais o meu peito.
Obrigado.
domingo, 30 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Ser ou não ser? sempre foi a questão certa para ser respondida.
A minha grande tristeza é esse paradoxo, que em forma de muro separa o jardim de tulipas do pântano. A cada dia ele cresce mais.
Na trilha eu caminho, pessoas sempre estão andando por ali, mas nunca estão presentes quando eu me aproximo elas se repelem como dois lados positivos do imã.
A dor é inevitável, mas o sorriso nunca me falha. Estampado na minha cara.
A vida realmente endurece as pessoas, mas tenho medo de endurecer demais.
A minha grande tristeza é esse paradoxo, que em forma de muro separa o jardim de tulipas do pântano. A cada dia ele cresce mais.
Na trilha eu caminho, pessoas sempre estão andando por ali, mas nunca estão presentes quando eu me aproximo elas se repelem como dois lados positivos do imã.
A dor é inevitável, mas o sorriso nunca me falha. Estampado na minha cara.
A vida realmente endurece as pessoas, mas tenho medo de endurecer demais.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
A coisa mais relativa do mundo, as palvras. Milhares de ouvidos pelo mundo as ouvem , milhares de significados são dados a elas, milhares de importâncias em graus diferentes, umas são bombas atômicas outras um beijo suave em seu rosto. As palavras por mim proferidas tem comportamento duo visto que entendidas e exiladas já foram.
Não entendo.
Mas minha cabeça agora pesa, a pele da minha mão queimada pede por ar, mas mesmo assim sufoca-se e morre. Como eu queria que as palavras tivessem morrido antes de saltarem da minha boca e esse estrago fazerem.
Eu paguei para ver e o preço vai ser caro...
Não entendo.
Mas minha cabeça agora pesa, a pele da minha mão queimada pede por ar, mas mesmo assim sufoca-se e morre. Como eu queria que as palavras tivessem morrido antes de saltarem da minha boca e esse estrago fazerem.
Eu paguei para ver e o preço vai ser caro...
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Durante a madrugada a névoa encobre a rua, pela janela ela invade o meu quarto. Descendo pelas escadas busco enxergar algo, ao chegar na rua uma sensação estranha...Algo me aflige.
Um passo em frente...Um caco de vidro.
Salto para trás e me encontro no portão, mas só há dois caminhos. Ao tentar seguir o próximo me surpreendo com um enorme tapete vermelho e quando comecei a caminhar minha cabeça e meu coração ficaram mais pesados do que o mundo ao me esforçar fixei os olhos no final do caminho e quando elevei os meus olhos vi a escuridão engolir o caminho e tudo que ia de encontro a ele.
O medo me atinge e volto ao início não sei o que fazer, o portão está trancado. Novamente tento seguir o outro caminho e machuco meus pés novamente com os cacos de vidro. Me concentro em meus pés e esqueço de olhar para frente. Erguo a cabeça e vejo a luz calmamente me atrái e acredito que posso até levitar.
Dúvidas?! não agora são dogmas!
Ter coragem?!?! é preciso
Ter Fé?!?! mais ainda
Mas além disso é preciso de olhos, olhos que vejam.
Um passo em frente...Um caco de vidro.
Salto para trás e me encontro no portão, mas só há dois caminhos. Ao tentar seguir o próximo me surpreendo com um enorme tapete vermelho e quando comecei a caminhar minha cabeça e meu coração ficaram mais pesados do que o mundo ao me esforçar fixei os olhos no final do caminho e quando elevei os meus olhos vi a escuridão engolir o caminho e tudo que ia de encontro a ele.
O medo me atinge e volto ao início não sei o que fazer, o portão está trancado. Novamente tento seguir o outro caminho e machuco meus pés novamente com os cacos de vidro. Me concentro em meus pés e esqueço de olhar para frente. Erguo a cabeça e vejo a luz calmamente me atrái e acredito que posso até levitar.
Dúvidas?! não agora são dogmas!
Ter coragem?!?! é preciso
Ter Fé?!?! mais ainda
Mas além disso é preciso de olhos, olhos que vejam.
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