segunda-feira, 9 de novembro de 2009


A caneta vermelha risca meu corpo com palavras desconexas e números aleatórios, coisas que não sou capaz de esquecer. O ardor das feridas é atenuado quando me sento na cadeira. Ao olhar para as marcas vejo o sangue que corre sobre elas.

Não sei o que fazer.
Mas nesse momento sei que não é só meu corpo que foi riscado.