quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Suas palavras são uma retórica com um poder grande sobre mim, eu me torno um simples garoto de 15 anos quando em sua presença.
Persuadido eu vendo minha alma e com o corpo ferido me jogo, mas depois acordo e vejo que estou em meio de um monte de guano.

Infectado pelas bactérias e isolado nessa caverna escura e oca que se tornou meu coração.


"...I Did It Again now/I've got it all wrong/But it felt so right/I can't believe it/All the mistakes that/Went on for too long/Wish there was a way..."

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O tempo passa para todos, mas como eu queria que ele passasse para a minha mente e para o meu coração de modo que eles ficassem menos burros.
Com tantos anos de experiência no mesmo jogo, todos os mínimos detalhes são conhecidos, mas eles insistem em cair nos mesmo buracos, em sangrar nos meus espinhos em tropeçar nas mesmas pedras.
Os jogadores vão mudando, as esperanças se renovando, mas o coração é troxa suficiente para se deixar levar apenas por um carinho na cabeça ou uma palavra doce e quente.
O coração deveria se fechar, como uma janela, mas não apenas fechar e sim vedar com concreto impenetrável e impermeável, assim não deixaria a luz de seus olhos me iluminarem, o som da sua voz iludir-me ou o mel de seus lábios me envenenarem.

Afinal, os jogadores sempre mudam, mas o jogo é o mesmo.