sexta-feira, 16 de abril de 2010

Confusão,

A tesoura que cortou, hoje é a agulha que sutura os meus ferimentos abertos.
A boca que só proferia ofensas, hoje abre-se para sorrir.
As coisas que foram sumindo e o espaço perdido, hoje me está sendo devolvido.
Os neurônios que me restam se perdem em mio ao fogo dessa confusão, desse incêndio criminoso provocado pelos bombeiros.

Dormindo de olhos abertos, sentindo as palpitações do meu coração, sempre atento par anão me deparar com uma armadilha.

Assim estou seguindo...
Aproveitando, mas a cautela não me falta, mesmo levemente ainda durmo.
Sou capaz de sonhar, um dia eu irei poder dormir como uma rocha, sorrir sem medo e abrir meu coração para que ele seja aquecido novamente.

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